|
|
|
|
|
" ... Como não comover-se com o traço aparentemente estático e propositalmente infantil de Duayer, que nos mostra a grande maioria de miseráveis do nosso país usando óculos que os intelectuais deveriam usar para verem além da superfície, da epiderme, do modismo e das personalizações. Em síntese, se alguém entendeu o que Bertold Brecht quis dizer com werfremdngefekt, este alguém foi Duayer, como demonstra em seus trabalhos, que apesar das lantejoulas do poder não perdeu a capacidade de dizer 'Não'". (Fausto Wolff, escritor, jornalista)
"... A pena de Duayer toca nossa realidade como um bisturi: ele corta, rasga, põe à mostra o que está podre. Com isso nos ajuda a ver melhor essa realidade que está ao nosso redor, a desvelar o que está escondido, a compreender o que não está claro. Duayer não pretende ir além. O papel dele é este, o de dar um empurrãozinho em direção a um 'compreender para transformar'. Há papel mais digno para um intelectual neste país?" (Claudius Ceccon, jornalista)
"... cette humeur est divivée em deus tendences... et l'autre plus lyrique, plus contenue dans son trait, en cherchen des inventions formalles. C'est ce qui apparaît dans les dessins de Duayer, sensible à la nuite des solitaires... ils cherchent une sorte d'humeur silencieux, ils suggeèrent un parenhèse dans la crittique politique..." (George Martin/Liberation/France)
"Duayer es uno de los crack del humor brasileño. Al lado de Henfil, Nani, Millôr, Ziraldo, Jaguar, integró el equip de O Pasquim en su mejor fase. Se alejó por um tiempo de la profesión..." (Arthur Calazans, jornalista/México).
"Duayer, seus desenhos já diziam tudo. Muito antes de tudo isto acontecer." (Nássara, compositor)
|
||
|
|
|
|
|
|
|
|