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Como se fosse o primeiro respirar da manhã. Como se me levasse para algum lugar que, claro, quando chego, termina. E assim vou desafiando o branco, que me atrai, pertuba, alimenta, acorrenta, acolhe, expulsa, costura, corta, cura, confunde, aquieta, arde, inquieta, seduz, ocupa, desabriga, repara...
É uma série de sentimentos que me obrigam a me expressar nesse espaço
tanta vezes infinito e outras tantas cercado de abismos.
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Rodrigo José |
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