“Quando eu estiver cantando
Não cantem comigo [...]
Pois meu canto é a minha salvação...”
(Cazuza)

 

Cazuza era um bicho-grilo, um porra-loca, um transgressor, ou um cometa radical, um rebelde sem calças? Tudo a ver ou muito pelo contrário? Quem realmente era Cazuza, do enfoque freudiano ao de Jung, ou diria ser o cantor-compositor de língua presa e alma-arame, um Whitman tropical com sua angústia-vívere, e seu lado rock-dor-de-cotovelo, seu jeito-coiso cheio de estripulias criativas? Ouvir/Ver para crer.

Cazuza era danado de bom, mesmo que sempre fora do sério, ou fora de si. Um jovial trovatore pós-moderno com a sua metralhadora de magias, afinal, baby, era filhinho de papai e não achou nesse estereotipo convencional o seu modelo-blues de afetos e mimos retumbantes, porque, queria, muito estrela-purpurina, deixar sua marca de transgressão, sua causa vitae, seu jeito tranchã todo próprio de ser e de parecer sendo. Isso e muito mais. Vai por aí o foxtrote do que Cazuza pipocava e era.

Cazuza se escondia, ou se revelava na arte? Precisam de ajuda das cartas dos universiotários? Frejat que o diga. Um self para o estrelato, isso é o que eu ele realmente era, sem tirar nem pôr. Pan-sexual por gozação (sem trocadilhos), queria bagunçar o coreto-propólis da vida e seu nodal de rabugentos. Homem-menina, Cazuza, acho, era mesmo meio uma espécie assim de Olívia Palito procurando um seu marinheiro-sombra-e-água-fresca em cada porto, em cada lótus, em cada marginária brasilis. Deu no que deu, literalmente.

Cazuza existiu mesmo, ou foi um sonho dentro do pesadelo carioquês e suas bandas de contentes por atacado? O tempo não pára, cantava ele, exagerando o rocambole de hortênsias, mas, na sua pureza de ser simples como um tomo de átomo, cantando piedades em impiedosos blues elípticos, que faziam parte do seu show. Ai de ti, Bahia da Guanabara. Cazuza era o Garoto de Ipanema que sempre esculashow seu próprio ego furta-cor. Saravá, legiões humanas e seus manés colloridos & abóboras sem vagens...

Cazuza foi sim, um pontapé no sacro, um chute na sombra palacial de ativos e passivos, num desbunde geral, dando uma banana pro seu ser-coivara meio Carmem Miranda e meio Dercy Gonçalves, amando o cantante secos & molhados Ney não porque o mato era grosso, mas porque a sensibilidade à flor da pele o fazia chorar lágrimas carecidas no escuro de seu ser sensível em mixórdia notívaga, paiol de poses e tantos trastes-neoliberais tantãs. Ainda bem, né não? Sorte da new-MPB que até ele não era nova, não era MPB, não era popular nem brasileira. Pois Cazuza foi esse Lupíscínico carioca com mata-borrão de curtumes e ácidos, feito um jacinto cortado, podando a roseira dos papos aranhas. Viu só?

Cazuza pecou em durar tão pouco. Uma peninha. Faria um bem danado ainda estar vivíssimo et bom-bril presse país que tira tatus do nariz e arrota sórdidas estatísticas tucanas infames. Quem o viu cantar, sem ser cantor, quem o viu dançar sem ser mutante, quem o viu espetacularmente de-compor-se sem ser meio Noel/Blanc/Buarque/Veloso/Taiguara deve imaginar o que ele também meio Grã Bethânia faria no rocambole farisaico de tins & tons & tais. Habemus Cazuza que, falando sério, muito bem sacava que, enquanto houvesse essa nossa banda-podre burguesia, era difícil frigir os ovos nas tâmaras-pirâmides-sândalos da poesia. Era o anti-hipócrita infernizado?

Cazuza nunca precisou dele mesmo inteiro pra sobreviver. Entrando numas, foi regente de um espetáculo em si mesmo, por conta de ser livre como um ácaro-ícaro com voz de taquara rachada. Perolizou-se musicalmente? Se não existisse, deveria ser inventando. Fez seu banzo ser pop, atirou um pau no guarda e caiu na gandaia, rindo-se dos estranhos no nicho da arte. Sabia o que sacava. Ensinava-nos a fazer rede e só sabia namorar, gatos e pedras, afins e maçanetas, pícaros e inglórios.

Cazuza era o espetáculo itinerante de si mesmo, mambembe-lusco-fusco, garnisé enfocando a cloaca hispano-américa com tanto pão de açúcar entre essa favela ordem e progresso que é sub-viver por desusos e tapuias, e o esgoto diesel dos caraminguás dos lazarentos na linha da miséria. Cazuza foi sincero na dor, meio puto no amor, mentiroso nas suas exageranças que renderam fios de navalhas, amuletos, associacionismos radicais e fendas de milagres. Corajoso como ele só.

Com idéias próprias, emergente sempre, batia penalidade máxima e defendia – vai que é tua, Cazuza! – porque, mesmo multimídia sabia que há um circo secreto em todos os totens e vacâncias. Amou não homens, mulheres, melancias, tri ou bis, mas artes de tudo pessoas no sentido mais cósmico-lirial da palavra sã com imã. Amava Caetano que amava Malu Mader que amava Ney Matogrosso que amava Cazuza mas, só ele, Cazuza, morreu de HIV. Será o impossível? Desse mato quase saiu um Coelho Neto.

Cazuza era desbocado sincero, petulante puro, agressivo-doce, no seu panurgismo de cantares e gestuais, um noite-ilustrada-grande-otelo cor de mandioca brava descascada. Um dia tomou licor de ausência e, tiau, fui, deu com a cara e a coragem no tapume de seus conflitos com filtro. Bebia, fumava, amava a mãe e animais, por isso não cabia nessa porção quadradinha desse mundo démodé, em busca de um farol muito além do fim do mundo, via Teoria de Gaya.

Cazuza pecou por ser sincero ao extremo, pondo fogo na canjica do verbo viver intensamente? Deu o que tinha de dar. Imaginem-no, com oitenta e tantos anos a lá Caimy-Ataulfo-Carlito, compondo como um Rosa Noel/Pixinguinha/Erasmo Carlos? Aliás, tem gente que diz que se o Caetano Veloso tivesse morrido de overdose, por exemplo, em London London, teria mais fama e charme (ou faria menos besteiras brastemps) do que Hendrix, Joplin, Renato Russo e até mesmo o Cazuza...

Cazuza era e não era. Sacava o longe no íntimo bisotê de si. Sabia ser totum no sua porção bandeira-dois, num salamaleque de víboras. Amou e foi odiado. Sabia que o seu michê musical era uma espécie de bomba-relógio-de-neuras. Acreditava que era um rebelde e boicotou com chinfras e ataques histéricos contra todos os cacarecos posudos. Sua vida foi mesmo meio bossa-nova e meio rock-and-roll (perdão aqui pra Rita Lee), um pierrô contra o retrocesso, parecendo sem nexo, mas, puro sexo e todo ele mesmo um vício-clipe. O tempo pára? Um trem pras estrelas.

Cazuza foi meio Nabucodonosor, meio Glauber, meio Garrincha, meio Inocência, meio Elis. Salvou algum? Só as mães são in-felizes?

Cazuza foi meio Cássia Eller, meio Ângela Ro Ro, meio Joãozinho 30, inteiro Marisa Gata Mansa, Fernando Pessoa, Garcia Lorca, Pasárgada e Shangri-lá.

Os seus ídolos morreram de overdose. Ele também deu-nos sua overdose vivencial pluralista.

Sem preconceito, pro dia nascer feliz, todo amor que houver nessa vida (o nosso amor a gente inventa?) ele amou e repintou com tantas iluminuras próprias o cálice transbordante de sua figura humana.

Maior abandonado, filho múltiplo, artista no tripé das contentezas & belezuras & invencionices (recolhes múltiplos) o desmanche Cazuza foi completamente blue. Um bruxo arlequinal, hermafrodita no casulo barão vermelho.

E não existem outros.
 
 

 
       
     
 

 
       
       
   

“Pode alguém extasiar-se na destruição, rejuvenecer-se pela crueldade...”
(Rimbaud)

 

O que tem de mané querendo fazer crítica, que a tal critica especializada (principalmente de nossa tão maltratada literatura contemporânea) virou brincadeira pra boy tantã dormir. Saravá Léo Gibson Ribeiro. Pois é. Um tipo banca um livreco marreta seu, numa dessas editoras de amigos do alheio, quando não antro de escorpiões, depois lança uma revista de grupelhos mesmo, quando não um jornal pseudoliterário e, vá lá, ficam trocando elogios entre eles, por eles mesmos (a fundo perdido) e são todos uns babacas de ocasião contabilizando organdis para ególatras, vendendo peixe podre entre mercadores do alheio que não levam a nadica de nada. O Joca elogia o Zé, o Zé elogia o Teco, que elogia o Tadeu que elogia a Lady Liza que não entende nada de nada, bulhufas, bem exatamente como enfocou o poema "Quadrilha" do Drumond. E lá se vão, constando em “antologias” deles mesmos, com eles mesmos, por eles mesmos, até com vezo internacional de araque e para sites de fundo de quintal, como pagodes de letramentos-entojos. Panelas vazias. É um espandongo de tongos e sarangas se elogiando entre si que vira um salseiro de ratos pingados elogiando gatos pardos, rotos e rasgados rascunhando críticas e fazendo lavadeira de texticos & textamentos. Benza-Deus. Se um dos tais tem um espaçozinho merreca num jornalão decadente, leva a trupe e os gatos pardos se aprumam desaforadamente no palanque midiático querendo ser o que não são. Vade retro. Tem bobo pra tudo nesse mundinho cane. Os poemas? Do tempo que a água bebia a onça. Pueris, ordinários, mas, sim, com orelhas citando Rimbaud, Bandeira, Rilke e quetais. Elogios assim são como neve ao sol. Será que não se tocam? Pois é essa a idéia. De tanto se venderem como putas em mercados de letras e fábricas de livros, não pelo conteúdo mas pelos nomes veiculados à exaustão nos flancos da mídia cheia de tendenciosas burrezas pegajentas, eles começam a aparecer mesmo, sacumé, ficam amigos íntimos de gerentes editoriais babaquaras e, quando se vê, estão, entrando literalmente pela porta dos fundos do mercado e dos cus dos Judas, lançando seus livros como porta-lapsos. A mercadoria-livro de nadas e ninguéns. Tem cabimento? Pois é. Muito mais ridículo ainda – são uns desafinados nas bandas dos contentes – um ou outro se arvora de meter os pés pelas mãos, e atacam mitos e iniciantes, sortudos (lançados) e, feito arapongas do retrocesso lítero-cultural, não criticam pelo simples prazer de, ofendem mesmo. Tirando o Nelson Oliveira que vale ouro e sabe a que veio, é tipicamente do ramo (dom, talento, leituras, estudos afins), tem muito pouco cara conhecedor dos ócios do ofício. E toma resenha crítica cheirando a cueiro do que açodadamente pensa o traste, e vai por aí o foxtrote, quando não, se arvoram de donos da verdade e um ou outro consagrado toma pau e lava surra de falácias inócuas, desrespeitosas. Ética criticista? Bem, isso aí é para quem sabe mesmo o que se propõe a fazer em terra brasilis de bundalelês, porque quem manja do afazer tece comentários sobre o conteudonal em si, não porque azedou a polenta de seu curtume pessoal e, invejoso (por não ser lançado ou mesmo por não escrever tão bem quanto) solta o verbo. Difícil mesmo ler alguma coisa que preste. Pior do que autor novo é esse tal crítico novo. O autor novo tenta, sonda, se entusiasma, banca parte, corre atrás, sonha, esperançoso. O crítico de ocasião – amigo da casa (jornal, revista, fanzine, suplemento cultural) é totalmente janota e boçal, tem regras próprias (rastaquaras), tem visão própria (em terra de cego quem tem espaço na mídia vende a bengala?), se acha o dono da rapadura preta e, sem respeito ao outro, ofende, constrange, assim, claro, dá literalmente com os burros nágua. Até o tempo – o melhor juiz – ou um crítico sério contrapor, defender o indefensável (para ele), haver réplica de alto nível, toma bundão, descobrir-se que o cara era bom mesmo, a crítica açodada, pueril, boba e atropelada é que foi na fiuza de um mané contextualizando ataques porcarias e histerismos (de hitlerismos) verbais. Estes criticozinhos xaropes, sem formação acadêmica, sem sucesso, sem futuro (literário-existencial) enchem a fuça de bebida ou químicas nodais e se acham os tais. Bananas ao vento? Ensimesmados em tocas de frustrações, topam-se ignorantes de pajelanças e então, toma destratos e vai por aí o baile chinfrim. Ai de quem publicá-los. Volta e meia um se manca, toma pau, pede licença e, tiau, bença, adeus, fui. Sorte nossa. Aqui e ali pinta outro e, acertando no varejo e errando no atacado, a mesma lengalenga imediatista. Será o impossível? O pior é mesmo no ramo literário, mas teatro, MPB, óperas, cinema etc. também têm seus ordinários de pernas curtas, penas falsas, olhos de coruja e mãos de pardais. Eu já li crítica favorável e fui ver o filme que era um lixo. Vi elogio à peça (de um amigo de um amigo de amigo) e lá vai bordoada boba e chata. Depois, não comprei o cedê, e, quando vi, o carinha era ótimo, tipo Zeca Baleiro. Depois, o livro era uma porcaria, a crítica desceu ao sarrafo, até deselegante, deseducada e infeliz, como se o crítico de plantão estivesse com ciúme (doente de ciúme) porque a editora era de renome e do eixo Rio–SP e, quando, valha-me-Deus, por acaso sim, tive o livro na mão direita que tem uma roseira, fiquei surpreso. Que FDP o crítico. Será o impossível? Pois é. Os jornais já nem apostam mais nos novos. Preferem os antigos que ainda labutam heróicos por aí. Mas tem fanzine esturricado de críticos manés, tem jornal literário vendendo gato por lebre, tem critico que só elogia autor que lança por tal editora e, mesmo sobre o caderno Mais (Folha de S.Paulo) há comentários sobre a suspeitabilidade de eles só lançarem opiniões (ou publicarem poeminhos e continhos) de gente lá da carioca 7 Letras ou Iluminuras, às quais estariam eventualmente ligados sabe-se lá por que e por quanto. Vá saber. Eu, por mim, leio de tudo e todos, respeito muito as minhas lágrimas (caetanear, por que não?), e não dou mole presses cupinchas do dianho. Vão lamber sabão. Vão estudar, seus lazarentos de uma figa, seus caiporas metidos a sebo. E com licença que vou reler Murilo Rubião. Ave Emboabas! Os que vão sobreviver a críticos assim te saúdam. Eba, será que sou um desses críticos-amebas também? Que demais! Help-me. Deixa estar!
 
 

 
       
     
 

 
       
       
   

“Ou restaura-se a moralidade ou nos locupletemos todos...”
(Jornalista Rui Barbosa)

 

Particularmente sou contra a obrigatoriedade do Curso do Jornalista para o exercício de tão nobre profissão, assim como sou contra a tal Ordem dos Músicos do Brasil e suas obrigatoriedades sem os retornos legais, pertinentes, em forma de sagrados direitos autorais, em sintonias tão nebulosas.

Lembro que comecei a colaborar com jornais do interior com pouco mais de 16 anos. Croniquetas, humor, a princípio. E num jornal assim, um jovem dinâmico (e encantado com o ambiente) faz de tudo. De correções a entrevistas, de colunas a rascunhos de editoriais, de colunas de variedades a crônicas sociais, de coberturas a flagrantes de reportagens, por aí a fora.

Faz uns 15 anos e já beirando os quarenta, resolvi fazer uma Oficina de Jornalismo pela ECA-USP. Foi uma graça de moleza. Alunos formados pela ECA, ex-alunos ou ainda calouros e formandos, todos jovens, sabiam menos do que eu porque, bem ou mal, na verdade o que vale é a prática, além de, claro, muita leitura, alguma facilidade de raciocínio imediato, lucidez e, ponhamos, o espírito de repórter mesmo, o chamado faro-fino, por assim dizer...

Durante esses anos de "jornalismo cultural” (digamos assim), claro que cometi erros, sem nunca cometer uma barriga, ainda bem, mas, grosso modo, de uma maneira geral, mostrei estilo e espírito dinâmico para a área, fiz denúncias, levantei casos, corri riscos, sofri ameaças de processos, e, sim, considero-me com orgulho um bom repórter (ou frila ou mesmo jornalista, como queiram), e confesso que até mesmo fui filiado a uma Associação de Imprensa coisa e tal.

Mas, depois desse introdutório com fito apenas esclarecedor, entrando na temática propriamente dita, eu, que também cursei direito e fiz outros cursos, por experiência de percurso e alguma visão de vantagens e problemas na área, acho que os jornalistas teriam mesmo que ter um certo crivo, por assim dizer (não censura) via sindicato, associação, união, categoria (não corporativismo) ou coisa que o valha, de um oportuno Conselho de Ética e Disciplina de meio, como muitíssimo bem tem a OAB e que, mesmo com problemas que bacharéis-advogados tenham, funciona muito bem, principalmente em áreas desenvolvidas do país, os grandes centros urbanos.

O jornalista, formado ou não – pois o que vale mesmo é o talento e o jeito pra coisa – estaria sujeito a esse Conselho de Ética e Disciplina. Poderia ser advertido, punido, cassado, ter a sua desfiliação e outras sanções mais. Tudo nos moldes da lei, a serem auditadas, com os hábeis direitos de defesa e mesmo com máxima transparência e democracia, claro.

Nesse caso, a bem dizer, poderiam avaliar comportamentos como o do Ferreira Neto (já falecido) – só para dar um circunstancial exemplo – quando embolou o meio de campo numa falsa entrevista que montou com o seu amigo Collor, ou quando, aqui e ali o Estadão de jeito tendencioso ataca o PT, generalizando de forma até mesmo estúpida, ou quando a Folha Tucana de São Paulo procura pêlo em ovos, mesmo sendo tendenciosa, parcial e o seu Manuel de Redação não tendo conceitos de ética jornalística, pois, contra a Marta e o Lula vale tudo! Ah, se a FSP fosse assim com FHC, Alckmin e Serra, o vampiro das instituições democráticas!
Ou mesmo, quando a Folha de S.Paulo publica “artigos” de políticos do modus operandi “rouba mas faz”, não contribuindo assim, nadica de nada, para o bom desempenho da função altamente esclarecedora e formadora de opinião e, claro, o próprio exercício da transparência democrática nos meandros dos mais variados canais da mídia.

Parte da mídia tendenciosa e aética continuaria atrelada – de forma até suspeita – assim? Haveria esse nefasto e babaquara anti-Petismo? Testas-de-ferro da chamada grande imprensa seriam desmascarados? Sonhar pode, não é? Só tentando mudar para se avaliar erros de percursos e comportamentos maquiavélicos (hediondos) de parte da chamada grande imprensa comprometida com o poder, com a burguesia, a classe dominante e até mesmo agiotas do capital estrangeiro.

Fica a minha sugestão para os caros amigos, caros colegas, caros jornalistas.

Se tudo a priori não passar de um sonho, pelo menos por ora, vou batalhar por essa idéia em outras instâncias, até mesmo acionando amigos que, legislando pelo povo, ou pela verdade e cidadania, possam levar adiante essa sugestão bem-intencionada.

Tudo vale a pena, como cantou o poeta.

E quem for jornalista de boa índole e boa cepa que me siga.
 
 

 
       

 

     


 

 

Silas Corrêa Leite
Poeta, educador, jornalista. Pós-graduado em Literatura, Comunicação, Relações Raciais e Inteligência Emocional. Autor de Trilhas & Iluminuras, poemas, Editora Grafite (RS), 1995. Autor dos e-books (livros virtuais) Ele está no meio de nós e o pioneiro, de vanguarda e único no gênero chamado O Rinoceronte de Clarice – onze ficções fantásticas com três finais cada, um feliz, um de tragédia e um politicamente incorreto, (mais de 60 mil downloads), ambos no site www.hotbook.com.br.
Site pessoal: www.itarare.com.br/silas.htm
Romance Ele está no meio de nós no site
www.hotbook.com.br/int01scl.htm