Minibios encaixotadas

 
     

 

 
     
 

Os caixoteiros juntaram aqui alguns encaixotados. Gente muito interessante, vale a pena procurar no "Almanaque" os respectivos textos. Confiram!

 
     
 

 

 
     
 

João Silvério Trevisan
Nascido em 1944, na cidade de Ribeirão Bonito (Estado de São Paulo). É escritor de literatura ficcional e ensaística, dramaturgo, tradutor, jornalista, coordenador de oficinas literárias, roteirista e diretor de cinema. Estudou filosofia. Tem publicadas diversas obras. Escreve para jornais e revistas de todo o país e do exterior.

 
     
 

 

 
     
 

Luiz Alberto Calil
Já correu de carro, fez teatro, brigou à beça. Produziu shows, escreveu algumas coisas (até horóscopo), mentiu muito, namorou demais, soprou um sax, hoje, é boêmio e advogado.

 
     
 

 

 
     
 

Sérgio Mudado
Vive nas Geraes, entre sonhos e pães de queijo, sempre lançando neste vasto mundo sem beira seu terno olhar de poesia.

 
     
 

 

 
     
 

Sergio de Castro Neves
É funcionário público. Nasceu no Rio de Janeiro e ainda não escolheu onde vai morrer.

 
     
 

 

 
     
 

Adriana Gragnani
Paulistana, nascida na Maternidade Matarazzo - de tão triste fim. Os títulos acadêmicos não me incomodam. Assim, pode colocar algo do tipo ativista da cidadania. Minha cédula de identidade contém como nome Adriana Maria Carbonell Gragnani, mas assino só Adriana Gragnani. Como pejorativamente começaram a "pejorar" as mulheres que freqüentam a net como mulheres da net, assumo, sem pudor, que sou uma mulher da net.

 
     
 

 

 
     
 

Paul Silva
É o tipo do cara que se ganhasse de repente um milhão de dólares, ia querer se livrar dele o mais rápido possível, com mulheres, drogas e rock and roll.

 
     
 

 

 
     
 

Paulo Herrmann
Vive de sonoridades e ritmos, encontrando na música sua mais íntima harmonia. Entretanto, há momentos em que sua música se torna palavra e sai em busca de todas as ressonâncias.

 
     
 

 

 

 
     
 

William Martani
Paulistano, 52 anos, matemático, joga e brinca irresponsavelmente com cores, joga e brinca afetivamente com palavras (pretexto: articular, no som e na disposição estética, texto e contexto), conta causos, ouve impropérios e não é causídico, inimigo marcado do mercado e seu main stream, viveu em Cuba de 73 a 79, insiste em acreditar nas utopias, não dispensa Minister e bourbon.

 
     
 

 

 
     
 

Sylvia Manzano
Tem os seguintes livros publicados: Carta para Carolina, O circo do meio-dia, Tereza e suas rendas e É feriado pela Ed. Dimensão; Seis tempos pela Ed. Global; A dama pé de cabra, O que é que eu faço agora? e A boca da noite pela Ed. Paulinas e Tanabata, pela Ed. Ave-Maria.

 
     
 

 

 
     
 

Tereza Cruvinel
É jornalista. Escreve a coluna Panorama Político no jornal O Globo.

 
     
 

 

 
     
 

Luiz de Aquino (Alves Neto)
Nascido normalmente – a não ser pelo dia e horário: um sábado de 1945, às oito da manhã – em Caldas Novas, Goiás. Criança, fugia do futebol de bola de meia no meio da rua, preferia ler gibis. Poeta e contista pelo prazer do texto, jornalista pelas mesmas razões e porque há que se sobreviver. Autor de nove livros publicados e alguns em disquetes. Vive em Goiânia, entre prazeres e angústia, pois que o neoliberalismo globalizante não permite coisa melhor. Escreve crônicas todos os dias para o Diário da Manhã.

 
     
 

 

 
     
 

Luiz Carlos Schroeder
Brasileiro nascido em Toledo (PR) há 43 anos. Foi advogado de trabalhadores e, depois, Juiz do Trabalho no Paraná. Desistiu do Direito e está aposentado. Atualmente, refugiado em Maringá, na região de Visconde de Mauá (RJ) - entre rios, montanhas e cachoeiras -, “escreve e navega...”.

 
     
 

 

 
     
 

Ilídio Soares
Carioca, 47 anos, vivendo em São Paulo há 17 anos. Jornalista afugentado das masmorras das redações, caiu no mercado financeiro até porque é tão arriscado quanto qualquer cobertura de guerra na Bósnia.

 
     
 

 

 
     
 

Maria Odila
Odeio biografias. GRRRRRRRRRRRRRR...

 
     
 

 

 
     
 

Silvia Chueire
Carioca, mãe de três filhos, psiquiatra com formação em psicanálise, tardiamente escrevendo essas bobagens, gostando demais de ler, e da vida.

 
     
 

 

 
     
 

Zeca
É baiano e mais não conta.

 
     
 

 

 
     
 

Ruy Fernando Barboza
Tem 60 anos, é psicólogo clínico e colunista da revista Cláudia ("Relações Delicadas"). Dirigiu em São Paulo o Centro Oncológico de Recuperação e Apoio (Cora) e a Sociedade Brasileira de Análise Bioenergética. Foi advogado criminalista e assessor, por concurso, da Presidência do Tribunal Regional Federal. É jornalista profissional (chefiou as redações de Playboy e Nova, foi editor de Veja e Realidade e editor-chefe e apresentador de telejornais na TV Globo e na Abrilvídeo). Como músico e humorista, integra o grupo Conjunto Nacional, ao lado dos irmãos Paulo e Chico Caruso e de Luís Fernando Veríssimo. Em 2002, foi vítima de uma bala perdida de fuzil no Rio de Janeiro, fez oito cirurgias (no fêmur, na musculatura da coxa, no nervo ciático e na uretra), mas sobreviveu e leva vida praticamente normal, numa praia de Florianópolis, Santa Catarina.

 
     
 

 

 
     
 

Claudius
É ex-DJ na noite paulista e contraiu HIV não sabe onde. Sabe apenas que tinha muitas namoradas. Hoje mantém um site – www.soropositivo.org – voltado à prevenção à Aids e à recolocação dos portadores de HIV no mercado de trabalho. Sonha em fundar uma ONG cujo projeto está registrado no sétimo Cartório de Registro de Títulos e Documentos da capital paulistana (Rua 15 de Novembro, 251 Centro. Fone (11) 3106 1010), sob os números 1067081 e 1067082. Até hoje a ONG não foi fundada por falta de recursos.

 
     
 

 

 
     
 

Tereza Albues
Como uma cigana, sou inquieta de nascença. Minha mãe me pariu de pé, em Cuiabá, tanta pressa tinha eu de aterrissar no planeta. Muito cedo bati asas para o Rio de Janeiro, San Francisco, e, hoje, New York. Amanhã, quem sabe? Meu aprendizado pelo mundo afora tem sido muito louco e produtivo. Tenho quatro romances publicados no Brasil: Pedra Canga, Chapada da Palma Roxa, A Travessia dos Sempre Vivos e O Berro do Cordeiro em Nova York. Meu quinto romance, A Dança do Jaguar, acaba de ser lançado no Salão do Livro em Paris (www.00h00.com). Tenho outros inéditos, à espera de editor. E, pra descansar, venho escrevendo contos, de fôlego curto, como este. Que tal?

 
     
 

 

 
     
 

Percival Tirapelli
Premiado na Bienal Internacional de Gravura em La Paz em 1983, recebeu quatro prêmios de Pintura em diferentes edições do Salão de Arte Contemporânea de Santo André, e realizou individuais em Brasília (1978), São Paulo (MAC/USP - 1982 e 86), Goiânia (1991) e Roma (1997). Dentre as coletivas, de 1976 a 2001, no Brasil e fora dele, destaca a participação na Bienal Internacional de São Paulo (1977 e 1985). Os acervos do Museu de Arte Contemporânea e Pinacoteca do Estado possuem obras suas, além de importantes coleções particulares no Brasil e no exterior. Como historiador da arte, é autor dos livros "As Mais Belas Igrejas do Brasil" (com Wolfgang Pfeiffer) e "Patrimônios da Humanidade no Brasil", ambos pela Metalivros (1999 e 2000) e "Arte Sacra Colonial", pela Editora UNESP (2001).

 
     
 

 

 
     
 

Wilson Coêlho
É escritor, dramaturgo, encenador, membro do Grupo Tarahumaras de Teatro e professor de Filosofia e Ciência Política.

 
     
 

 

 
     
 

Daniel Wiegel
Nasci em Bonn, Alemanha e vim para o Brasil com um ano e meio. Atualmente trabalho durante o dia e escrevo quando tenho tempo, ou seja, quando não estou trabalhando ou bebendo. Dificilmente faço mais de uma coisa por vez, porém o que escrevo é a junção de tudo. Nunca fui bom aluno e não completei faculdade alguma. Evito missas e acredito que não exista nada melhor que um par de belas pernas sob uma saia justa ou belos seios pulando fora do decote... É difícil ou quase impossível passar batido.

 
     
 

 

 
     
 

Duayer
Nasceu em Tombos, Minas Gerais e reside no Rio de Janeiro. É jornalista e hoje trabalha como assessor de imprensa. Começou na Rádio Jornal do Brasil, depois foi para O Pasquim e lá ficou como ilustrador, cartunista, fotógrafo e redator bissexto. Teve trabalhos publicados nos jornais Última Hora, Diário de Notícias, Jornal do Brasil, A Crítica; em revistas nacionais como Playboy, Status, Mad, Ficção, Revista do Faustão, Visão e em revistas internacionais como Free Press na Holanda, Liberation, na França, World Press Review, nos Estados Unidos; possui algumas premiações em fotografia e cartuns.

Bibliografia
1. No País das Maravilhas – Editora Codecri, 1981 – Cartuns e Charges
2. Viajante – Editora Callis, 1998 – Infantil
3. Minha Casa – Editora Callis, 1989 – Infantil
4. Obras Coletivas:
Zensur in Brasilien – Suécia
Brasilien, der Proteste der Polischen Gefangenen – Alemanha
Enciclopédia Latino-Americana de Humor – Colômbia
Nuestro Siglo – México
Enciclopédia Brasileira de Humor – Brasil

 

 
     
 

 

 
     
 

Teresa Melo
São-paulina, tieteense, educomunicadora. Mezzo italiana, mezzo caipira. Mãe de dois, avó de uma. Sem perfume, nenhuma grife. Truco, MPB, naïf. Levaria o Henfil pra uma ilha deserta. Como assim, morreu? Então, iria sozinha mesmo.

 
     
 

 

 
     
 

Fernando Carlos de Andrade
Como Fernando Carlos de Andrade, sou mercenário, tendo trocado o jornalismo pela atividade de marchand de tableaux, que abrasileirado quer dizer mercador de arte e não só de quadros, como possa parecer. Mas, hematologicamente falando, corre-me nas veias o sangue do Jornalismo. Daí, faço incursões, vez por outra, no Jornal do Brasil, emitindo através de croniquetas minhas opiniões, que não devem valer muito, pois nada recebo. Isso posto, sou carioca, descendente direto de Julião Rangel, o Moço, capitão da conquista do Rio de Janeiro e ajudante de Salvador Correa de Sá na fundação da cidade, e nada indica que deixarei de ser, malgrado a violência já existente àquela época por terem os índios devorado um meu ascendente por afinidade, dito Bispo Sardinha, naufragado nas águas da Bahia. Ora, reportando-me ao naufrágio, como poderiam os índios terem devorado o Sardinha senão pela pesca? Portanto, crime mal elucidado, como de resto o são os cometidos pelos colarinhos brancos, já que pretos, bem sabemos, são devidamente justiçados.
Já como Antero do Quintal, honra-me ter sido encaixotado, esperando, contudo, enterrar o Antero no quintal e fazer do sepultamento a minha ressurreição como Fernando Carlos de Andrade, contista por vezes aparceirado.
Para contradizer-me, coloco meu e-mail à disposição dos que honestamente me achem um meliante das letras.

 
     
 

 

 
     
 

Silas Corrêa Leite
Poeta, educador, jornalista. Pós-graduado em Literatura, Comunicação, Relações Raciais e Inteligência Emocional. Autor de Trilhas & Iluminuras, poemas, Editora Grafite (RS), 1995. Autor dos e-books (livros virtuais) Ele está no meio de nós e o pioneiro, de vanguarda e único no gênero chamado O Rinoceronte de Clarice – onze ficções fantásticas com três finais cada, um feliz, um de tragédia e um politicamente incorreto, (mais de 60 mil downloads), ambos no site www.hotbook.com.br.
Site pessoal: www.itarare.com.br/silas.htm

 
     
 

 

     
  continua na próxima edição...