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Samuel, amante dos doces, bolos e outros quitutes, um gourmet de primeira mão, não precisou ser convencido por muito tempo. Já na sexta-feira comprou as mandiocas e preparou-as, no sábado anunciou que sim, levaria o bendito pão ao chá junino e, no domingo, lá pelas duas da tarde, colocou-o no forno. Foi uma entrada triunfal na casa da Bromélia. A família em cortejo seguindo Samuel, que, à frente, carregava o imenso pão, cujo aroma enlouquecera a família na vinda, no carro. Cerimoniosamente, foi descoberto e colocado em lugar de honra à mesa.
É bom que se diga que ninguém, entre os presentes, esperou as cinco
horas para começar a comilança. Na verdade, às cinco o pão já estava
pela metade e tudo indicava que não duraria até as seis. Não houve
preocupação alguma com os retardatários. Afinal, para quem se atrasasse,
havia os bolos de mel e de maçã da Bromélia, intactos. |
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Modo de fazer:
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