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Aqueles caras da década de 70 |
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Jorge Mendes "Não creio em inspiração. Escrever para mim é trans-piração. Esse negócio de ficar ouvindo as musas comigo não funciona. Tenho que entrar no corpo a corpo com a palavra", é assim que Jorge Mendes define sua escrita. Formado em História, "quase" pós-graduado em Teoria da Comunicação pela ECA-USP (abandonou o Mestrado para viajar por aí), avesso a qualquer tipo de glamour, leitor voraz de Brautigan, amante do jazz, do vinho e da cachaça, crítico incisivo da sociedade de consumo e, acima de tudo, um apaixonado pela literatura. Quinzenalmente, como escritor convidado, escreve suas ácidas Crônicas do Fim da Noite na revista A Arte da Palavra. Jorge Mendes, apesar de inédito, continua escrevendo para manter-se vivo e imprudentemente lúcido. |