O WWF-Brasil e a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD) estão comemorando o nascimento do milésimo mico-leão-dourado vivendo livre na 
natureza, um marco da conservação 
ambiental no Brasil.

  

Quando o Projeto de Conservação do Mico-Leão-Dourado começou, há 30 anos, restavam apenas cerca de 200 indivíduos da espécie vivendo na natureza. "Sem esse projeto, o mico-leão estaria provavelmente extinto, e com ele talvez os remanescentes florestais do Norte Fluminense", afirma Garo Batmanian, secretário-geral do WWF-Brasil.

Apesar do importante marco, um estudo revelou que o mico só poderá ser considerado a salvo da extinção quando sua população na natureza atingir 2000 animais, o que precisa ocorrer até 2025. Para isso, a espécie precisa de uma área maior de seu habitat. Uma população de 2 mil micos precisa de  25 mil hectares de mata, mas atualmente existem apenas 16.600. "Chegamos apenas à metade do caminho", alerta Denise Rambaldi, diretora da AMLD, entidade criada com o apoio do WWF.

Para atingir a meta, foi lançada uma campanha para a plantação de corredores florestais na área onde vive o animal. Esses corredores - fileiras de árvores nativas que funcionariam como "pontes" interligando áreas isoladas de mata - ampliariam a quantidade de florestas disponíveis para o mico, ajudando a aumentar o número de indivíduos da espécie. Com a plantação de apenas 20 hectares de corredores, será possível incorporar mais 3.500 hectares de mata ao habitat dos animais.

   
Qualquer pessoa que quiser pode colaborar com a campanha, doando pelo menos R$ 5,00. As doações são recebidas pelo 
telefone (0800-175652), ou

diretamente em conta-corrente,
Banco do Brasil, 
agência: 3129-1 
conta: 1000-6
nome: Mico Mil WWWF-Brasil.
 

http://www.wwf.org.br

 

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