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como Humphrey, o sátiro, não dá trégua à
faminta Margarida |
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Tesão
e fome. Tudo o que ela sentia... tesão... fome... fome... tesão.
Na realidade, duas maneiras de alcançar um mesmo objetivo: prazer!
Margarida, sem pensar, abriu o armário, pegou o queijo, o patê
e o vinho. O pão? Cadê o pão? Pão de forma?
Coisa amorfa, sem forma! Mole!... O prazer só existe em coisas concretas...
Margarida, olhando todos os demais caídos, esfalfados, começou
a se masturbar... pelo menos o tesão ela pretendia resolver. A fome...
esta poderia ser resolvida depois. Poderia enganá-la, colocando
alguma coisa na boca. Olhou em volta e sem querer saber quem estava mais
perto, dormindo, cacete mole, pequeno, começou a chupá-lo.
Era um pau! Naquele momento, para Margarida, o pau não tinha CIC
nem RG. Apenas um pau e para ela isto bastava. Teve essa certeza ao sentir
aquele pinto crescendo em sua boca, ganhando volume, pulsando cheio de
vida, numa relação inversa a quem o possuía, semi-adormecido,
extenuado. |
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| Margarida
estava decidida a esquecer sua condição de mulher e ser uma
fêmea no cio. Insaciável. Chacoalhou aquele corpo cansado,
porém com o pau duro e gritou: "Seu filho da puta, pelo menos tente
ser macho!" Ele, um dos presentes, não importa quem, percebeu, nesse
momento, o que seu corpo já havia sentido algum tempo atrás.
Levantou-se, acariciou o corpo inteiro de Margarida, mordeu-lhe a nuca,
puxou-a pelos cabelos e deu-lhe duas porradas na cara dizendo: "Sua vagabunda,
você quer ser mulher? Quer foder? Pois encontrou um macho". |

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Durante
os poucos segundos até sua queda no tapete, Margarida gozou, gritou,
de dor e prazer. Ele, então, excitado, sentindo-se o macho, o forte,
voltou a bater em Margarida. Desta vez na bunda e ordenou: "De quatro,
já!" Margarida, entre excitada e assustada, obedeceu. Ele, sem o
menor pudor, sem o menor carinho, sendo tão animal quanto Margarida
desejara, separou as nádegas de Margarida e fodeu-lhe o cu, até
onde conseguiu penetrar. Sentiu-se macho, poderoso, domador. Subjugou a
fêmea, causou-lhe dor e prazer. E Margarida, enquanto comida pelo
rabo, também se satisfazia, enfiando o gargalo da garrafa e vinho
na boceta... |
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