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De como Isadora
Angel enfim oferece ao
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distinto público o que o distinto público exigia |
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Ah, que bom me multiplicar! No melhor estilo Fernando Pessoa, criar heterônimos e sentir tudo de todas as maneiras... Sentir o prazer de penetrar e de ser penetrada, tudo ao mesmo tempo. De rolar pela terra úmida, de me esfolar na areia, de me esfregar no tronco das árvores! Morder até sangrar a boca e ser mordida, numa fúria delicada, numa carícia irada. Explodir! | Ah, não apenas ser possuída, mas SER a própria posse. Não apenas gemer, mas ser o gemido! Eu quero ser todas as mulheres e todos os homens que se devoram pelas esquinas, trepando como cachorros sem dono no meio da rua, debaixo da chuva que nos lambe a todos! Quero ser fodida diante dos olhos do mundo e quero ser a platéia que se entrega ao auto-erotismo enquanto aprecia o espetáculo! |
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| Não quero apenas que um pau entre em minha boceta, quero ser a própria boceta molhada, inchada, rasgada! Sei que vou gritar. Não suporto mais a impossibilidade do prazer total e irrestrito. De que adiantam todos os amantes, se não posso tê-los todos ao mesmo tempo, numa orgia intemporal, eterna? Tenho buscado a essência da sensação. |
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Tantos
homens, tantas aventuras, mas só um pouco de cada vez. Mas o prazer,
o verdadeiro prazer... onde estará?
– Vamos trepar gostoso? – perguntou ao marido. – Agora?! Mas, e os seus amigos? – Não se incomode. Eles são de casa... Margarida deixou o roupão resvalar para o carpete e deitou-se. |
Com
movimentos lascivos, afastou as pernas e dobrou os joelhos, convidando-o
a possuí-la.
– Morda meus mamilos – ordenou baixinho, quase ronronando. Helmut sorriu e, com infinita suavidade, debruçou-se sobre a esposa e passou a língua de leve num mamilo e no outro. Depois, sugou-o com gentileza. – Não, merda! Falei prá morder, não falei? |
| Ele
ergueu a cabeça e fitou-a com perplexidade.
– Não quero machucá-la. – Não sou de cristal. Pode pegar, apertar, arranhar que eu não vou quebrar. Por favor, por favor morda meu mamilo com vontade, com fome! Não desaponte a nossa platéia! Mas a platéia, que se acomodara no sofá, não estava olhando. Não naquele momento. |
Ângela, sentada entre os dois homens, ocupava-se em masturbá-los. Freitas sugava-lhe o seio, os dedos enterrados em sua vagina a brigar com os de Maldonado, que se dedicava a titilar-lhe o clitóris e a enterrar a língua em sua boca. Como Margarida dissera, não era preciso preocupar-se em lhes fazer sala. | Ainda
sem entender o que Margarida esperava, Helmut satisfez-lhe a vontade.
Abocanhou uma das tetas como se fosse sua única chance de sobreviver. Mordeu e lambeu com raiva, com carinho. Chupou como se fosse uma laranja madura e ácida. Doce. – Enfia a mão na minha boceta. Não o dedo, a mão toda. Quero que você me dilacere, que me faça... explodir. |
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Mais
uma vez, ele obedeceu. A mão inteira, impossível, mas quatro
dedos irados, com certeza. E chupou-lhe os lábios, mordeu-lhe a
língua, apertando suas carnes como se a odiasse. Ela era tão
macia, tão carnuda... e era tão bom fodê-la sem cuidados,
sem qualquer resquício de delicadeza.
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–
O pau. Enfia o pau em Ângela, por favor. Eu preciso ver isso.
Desconcertado, mas excitado ao extremo, Helmut virou-se e viu Ângela ao pé da cama. Puxou-a para perto de Margarida. Ângela levantou as pernas e pousou-as sobre os ombros dele, oferecendo a boceta vermelha e completamente molhada.
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| Antes
de cumprir a ordem, ele grudou a boca em sua vulva, chupando a seiva que
a alagava. Por fim, meteu-se todinho dentro dela, desfechando estocadas
violentas. Margarida gemia.
Deitada de lado, contemplava a cena e acariciava os seios de Ângela enquanto Maldonado, que se espremera na cama por trás dela, a enrabava. |
imagens
trabalhadas por
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Freitas, querendo participar da festa, enganchou-se sobre o ventre de Ângela e enfiou o pau em sua boca, sentindo o hálito quente de Helmut nas costas. Todos se moviam num ritmo febril, acelerando, acelerando, acelerando cada vez mais.E os três homens esporraram quase simultaneamente com um grito. | As
mulheres gozaram logo em seguida.
Margarida suspirou. Para começar, estava bom.
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