Shopgirl não deixa a peteca cair, nem o tema degringolar. Ante a torcida feminina, avança e tira do conto seus ares de Sabrina, dispensando a água e mostrando que açúcar se lambe. 
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De repente, sentiu um toque na coxa... apenas o dorso de dois dedos, leves como pluma, assuntando a umidade... Sem resistir, descalçou o sapato, e, com a ponta dos dedos do pé, foi levantando a barra da calça dele, alisando sua perna bem acima da meia. Com esse movimento, as coxas se separaram, e os dedos aproveitaram a deixa... tornaram-se mais ousados. A carícia, acompanhada do lamber dos dedos cheios de açúcar, fê-la olhar nos seus olhos.
Sentiu-os nos bicos dos seios, àquela altura incrivelmente enrijecidos. Sobressaltou-se com a voz que lhe perguntava:
– Aceita uma fruta?
 Automaticamente pegou uma banana, descascou-a e saboreou-a com lentidão... imaginando, ao mesmo tempo, aqueles bigodes roçando sua pele, arranhando-a mansamente... arranhões que só seriam sentidos depois, deliciosamente depois... sob o chuveiro... deliberadamente deixou que a casca da banana caísse no colo dele... bingo! Caiu onde deveria...

puxe a cortina