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para
Virginia Wolf, Sylvia Plath
e
Ana Cristina Cesar.
Discretas,
escolheram sair de cena
em
nome de todas as transparências.
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| Vapores
de seda chinesa
Sedas chinesas
Que havia sobre
o fogão
Proust foi ao
museu
Nunca mais saiu de casa. Mas não
delirou sozinho
Ninguém
registrou se sonhava
Haveria uma chaleira
ao fogo
no dia em que
Sylvia cansou-se
no dia em que
Ana voou
no dia em que
Virgínia guardou-se
Um fog londrino,
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Visão
entre vapores
A
bico de pena
revela-se
sem
pressa.
Transparências
resvalam
essências.
Luminescências.
Róseos
de aurora,
vertentes.
Vértice
fugaz,
vertigem.
(Entre
humores
O
poeta arfa.
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Sampa
Friday,
September 26, 1997
16:14:40
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