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Ó váteas pláricas oce estultar despartes,

Que intenges púlvedos de ascar densantes

Esborna insênbios ad adulçar pesnentes?

 

Atávias púlvedas on ascânios flácios

Cisnarem písceras, se altivos pínceos

Funescentindo meus castilvos sâneos.

 

Quo estérvea fílvia ma contéscies malces!

Ovícios várziens du estáldios cônspios

Resciltem calvas máscias sentem fúveas?

   

Espélvios látegos ab asdrágeos sâmbleos!

Renúsveios leios de ascálpias vâncias.

Mis roscem válseos in escárceas vônteas.
 

 

 


Luiz de Aquino (Alves Neto)

Nascido normalmente – a não ser pelo dia e horário: um sábado de 1945, às oito da manhã – em Caldas Novas, Goiás. Criança, fugia do futebol de bola de meia no meio da rua, preferia ler gibis. Poeta e  contista pelo prazer do texto, jornalista pelas mesmas razões e porque há que se sobreviver. Autor de nove livros publicados e alguns em disquetes. Vive em Goiânia, entre prazeres e angústia, pois que o neoliberalismo globalizante não permite coisa melhor. Escreve crônicas todos os dias para o Diário da Manhã.

 
deaquino@terra.com.br