No limite do Largo de 7 de Setembro, que aliás muita gente vê
e quase ninguém sabe onde fica, com a Praça Dr. João
Mendes, que, também, seus freqüentadores quase não
sabem como se grava na escrita, existe uma construção,
coberta, de ventilação do metrô, assim dita.
Tem frente,
parte traseira, lateral esquerda e direita, conforme vista.
Assim, quem
vem de um lado, pode achar que o outro é retaguarda; quem vem
de outro, acha, ao contrário, a retaguarda como frontispício.
O fato
é que, andando pelas circunvizinhanças, sempre me deparo,
em qualquer ponto que fito, com uma insólita presença.
Há sempre um homem a verter suas águas pelas paredes,
como se postado estivesse atrás de um muro.
Em posição
precavida, com os olhos meio de lado, não percebe a desdita pois
não é num muro que mira, é na frente, parte traseira,
lateral esquerda ou direita, conforme vista, da ventilação
do metrô, assim dita...
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Adriana Gragnani
Paulistana,
nascida na Maternidade Matarazzo - de tão triste fim. Os
títulos acadêmicos não me incomodam. Assim,
pode colocar algo do tipo ativista da cidadania. Minha cédula
de identidade contém como nome Adriana Maria Carbonell Gragnani,
mas assino só Adriana Gragnani. Como pejorativamente começaram
a "pejorar" as mulheres que freqüentam a net como mulheres
da net, assumo, sem pudor, que sou uma mulher da net.
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