parece que foi hoje...pag. feita em setembro de 2002... (lembram?)

urublue

 

Não queremos nos ocupar aqui do mártir da moda (ou anteriores). Ele é antigo, chato, repetitivo e, principalmente, incompetente nos seus propósitos. Banaliza a propaganda pela mesmice e tem um prontuário de vítimas, que faria rir qualquer traficante brasileiro. Dos shogunatos samurais (1185-1868) aos kamikases, dos terroristas europeus dos anos 60 aos irlandeses atuais, nada foi acrescentado. Nem mencionaremos os lunáticos de seitas e confrarias americanas variadas. Todos, imbecis de pequeno vulto. Todos, suicidas.

 

Nenhum ensaio, apenas considerações em torno de uma foto

 

 

E se a economia dos EUA estiver pior do que a do Japão?

Paul Krugman
The New York Times
Em Tóquio (Japão)

Fiquei obcecado pela economia japonesa após ela ter entrado na moda.

Os norte-americanos prestaram muita atenção no Japão da década de 80, quando os fabricantes japoneses estavam conquistando o mundo (....) exceto que um país pode fracassar quando não possui liderança empresarial e política adequada. E nós, é claro, não temos tais problemas.................................

Mas o debate travado no outono passado sobre estímulos econômicos sugerem que a nossa liderança política não é capaz de dar uma resposta racional a problemas econômicos. Onde os economistas viam perigo, a Casa Branca e os seus aliados no Congresso viram oportunidade -- uma oportunidade de conseguir mais cortes nos impostos para beneficiar as corporações e os ricos, medidas que estavam de acordo com suas agendas políticas, mas que não tinham relevância quase nenhuma para os problemas da economia. Alguém se lembra da proposta de conceder cortes de impostos retroativos à ChevronTexaco e à Enron?...............................

.....mas não há motivo para se achar que nos sairemos melhor caso a recuperação econômica desmorone -- como, neste momento, parece ser muito provável.............................

É claro que o pior que poderia acontecer seria que a nossa liderança decidisse que a economia não é seu problema, se simplesmente tentasse desviar a atenção do público do desemprego crescente e das quedas no mercado de ações, ao invadir algum país. Mas não temos que nos preocupar com tal possibilidade, não é mesmo?

(grifo da redação)

Tradução: Danilo Fonseca
setembro/2002

 

Informação ridícula e completamente desnecessária

A etnia árabe, desenvolvida históricamente durante 3.000 anos, experimentou culturas e práticas religiosas pagãs, zoroástricas, judáicas, cristãs, etc.Sòmente após 15 séculos (1.500 anos) tornou-se majoritariamente muçulmana. Quatro razões principais explicam a confusão entre árabe e muçulmano:

- O profeta do Islam foi árabe.

- O Corão, texto sagrado do Islam, foi revelado em árabe.

- Os árabes foram os primeiros portadores do Islam.

- A tendência, errônea, de considerar os árabes sòmente sob o ângulo da religião.

Entretanto pode-se encontrar entre os crentes árabes, confissões religiosas cristãs e judaicas. Hoje, entre cada milhão de muçulmanos, um quinto é árabe.